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Vinil Review
25 agosto 2017

John Abercrombie, um fusionista da pesada .

E pensando no Mclaughlin, cheguei a seguinte conclusão, ele unifica todos os grupos da guitarra contemporânea.

E tudo que havia antes…A magnitude de sua música não está tanto em algo tão novo. E sim, na sua grande capacidade do seu talento em dispor e coordenar várias técnicas da execução da guitarra. Assim como foi conduzido por Charlie Christian, quando apareceu com um violão e um captador plugado em um pequeno amplificador numa orquestra, Wes Montgomery com o seu polegar, que por sua vez teve Hendrix eletrificando tudo…

Joe Pass foi ao sentido antagônico tocando tudo limpo e completo…Veio a Era dos Fusionistas em ascensão como Larry Coryell, Bill Connors, Al Dimeola cada um com sua proposta e arrebatando no entorno. Pela seara do jazz-rock-progressivo, somente um nome vem a mente (sem essa da comparação), Allan Holdsworth, complexo ao extremo e poucos sacaram sua onda(o público).

E um a um vem deixando um legado na guitarra e no som. “O que não esperava que o ‘‘Criador” anda precisando de guitarrista no Cosmo. convocou John Abercrombie, um fusionista da pesada que um dia  pensou em ser Hendrix, depois desistiu e seguiu numa onda Mclaughlinana…Até que ele decidiu ser mais John Abercrombie, segundo ele mesmo numa entrevista para a bíblia do jazz “Down Beat”. Tocou com todo mundo e encontrou seu canal pelo selo do ECMista Manfred Eicher…

E o resto é história.

Mauro Wermelinger


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