Convidados

 

Luciano Mazzeo

Músico, Professor, Guitarrista e agora  também desenvolvendo  trabalho como produtor musical, atua profissionalmente  há mais de trinta anos.

Fabiana Strambio

Psicóloga, transitando entre Jung, Medicina Chinesa e Neurociências. Adolescente dos anos 80. Acredita ter bom gosto musical, apesar de ter um ouvido péssimo, segundo professores da infância. Ouviria soul music o dia inteiro. Mas “o que ela queria mesmo ser, é a Cássia Eller”.

Themys Pontremoli Lima

“Arquiteta, gaúcha e, como toda boa ariana, fazendo mil coisas ao mesmo tempo, quase sempre chegando atrasada e dona de um dos piores temperamentos do zodíaco. Minha salvação é o mantra que carrego comigo ever. ”Não existe mau humor. Você é que está ouvindo a música errada”. Sim, sou dessas que ainda acredita que tudo se resolve com uma boa trilha sonora ao fundo”.

 

Fernando Naviskas

Os primeiros temas narram a metrópole em diversos aspectos, a correria, o trabalho, a solidão e a poesia disso tudo; eram crônicas da cidade grande.   A partir de 2010 e 2011 incorpora uma técnica mais expressiva com a tinta acrílica.  Expõe no Grand Palais em Paris na mostra coletiva internacional Art en Capital em 2012 com o grupo Structurellistes.  Nesse momento explora além das mesmas cenas urbanas, a música, os símbolos e sonhos e outros temas com muita intensidade, energia e vibração o que definitivamente norteia sua arte até os dias de hoje.

Eduardo “Rusty James” Macedo

Advogado, mediador e conciliador judicial, fã inveterado de música, literatura, cinema e despretensioso escriba acerca destas artes tão nobres. Enveredou-se pela bateria em seus tempos de colégio, mas em face das pretensões musicais conflitantes dos colegas, acabou abandonando o instrumento e a vontade de montar o que seria a única banda de rock que valeria a pena se escutar na cidade “sertaneja” de Santo Ângelo/RS. Não possui pretensão de se tornar sumidade em meio à resenhistas e escritores especializados. Apenas aguarda que leiam seus textos e que os leitores tragam mais informações sobre o assunto abordado. E se a despretensão é o caminho para que se escute e busque mais rock n roll e música boa em geral, que assim seja feito.

Johnny Dionysio

Músico, nascido em Curitiba, Paraná. Teve seu primeiro contato com a percussão aos cinco anos de idade, em fanfarras nos tempos de colégio. Em sua formação cursou: teoria musical, bateria, guitarra, percussão sinfônica, prática de banda e orquestra com Paulo Bettega, Azael Rodrigues, Belmiro Jorge, Grupo Pau Brasil, Carmo Bartoloni, Grupo de Percussão da Embap, Ney Rosauro, Nenê, Roberto Gnatalli e Orquestra de Mpb, além de clínicas e cursos com Jimmy Duchowny, Gregg Bissonette, Duda Neves, Joe Moghrabi, Rod Morgenstein, Zé Eduardo Nazário, Kenny Aronoff, André Christovam, Kenwood Dennard e Scott Henderson.

 

Nívia Martiny

Formada em Artes Plásticas pela UFRGS, amante da vida, da Natureza e das viagens. Participou de diversos shows como cantora em Porto Alegre/RS. Iniciou seus estudos de flauta em 1994 com Zélia Brandão, na Ilha do Mel (PR). Integra o Trio de Vento, formado em 2015 em Ubatuba SP, que teve sua estreia em 2016, atualmente em fase de preparação de novo show, saindo do forno semibrevemente…

Helder R Alvares

“Do vinil à era digital. Iniciei, ainda adolescente, no mundo dos estúdios, gravando de tudo um pouco – desde orquestras ao vivo a jingles publicitários. Cortei acetato, editei música cortando fita magnética com gilete… coisas que pouca gente conheceu e que já estão no museu! Foram mais de 30 anos de bons trabalhos em diversos estúdios – Bemol (de Belo Horizonte), Vice-Versa, Mosh, Pulsar, Play it Again, Sam Studios, entre outros…. Tive o prazer de participar de projetos superbacanas, com gente muito fera, que acho melhor nem citar aqui, para não deixar ninguém de fora”.

helderalvares.com.br

Luis Roberto Oliveira

Desde os anos 60 trabalha como compositor, arranjador, instrumentista e produtor, voltado principalmente para a música popular brasileira. Durante o período da Bossa Nova foi parceiro de Vinícius de Moraes e Geraldo Vandré. Tem também parcerias com Paulo Cesar Pinheiro.

Faz parte do trio Nós e o Tom, como violonista, juntamente com Denise Mello (cantora) e Flavio Franco Araujo (pianista).

 

Mauro Wermelinger

Deu-se o processo de iniciação… Da vida com computadores na década de 80, até o presente momento, o autor nunca parou de divulgar a tão criativa década de 70 e as suas formas estéticas. Com a máquina Olivetti Lettera 22, presenteada pelo seu avô, Trajano Brandão,que os anos 70 foram contados dessa forma em textos, ensaios, crônicas, ficha técnica e tudo isso permeado com discos, fita cassete, do analógico ao digital, sua visão sobre os anos 70. Hoje com advento da Internet e mais o editor de texto do word, a situação ficou melhor.

Daniel Conti

Nascido no interior de São Paulo, Daniel Conti desenha uma MPB influenciada por diversos sotaques, calcado em um meticuloso trabalho de enlaçamento entre violão e voz, na tradição de nomes como Badi Assad, Elomar, Gilberto Gil e Geraldo Azevedo.

Em sua formação acadêmica, se graduou em Violão Popular na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), cursou canto popular na Universidade Livre de Música (ULM, atual EMESP) e fez pós-graduação em Canção Popular pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo.
Lançou em 2016 seu primeiro álbum, “Estadia”, que recebeu menção honrosa no site Embrulador e foi considerado um dos 100 melhores discos do ano pelo portal Tramp.

Tereza Saci

Licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto, especialista em Arteterapia pela FAMOSP (Faculdade Mozarteum de São Paulo) e especialista Recursos Corporais e Artísticos, Jung e Corpo pela UNIP (Universidade Paulista). Vocalista e performer da banda infantil OssoBanda. produziu e gravou em 2015 o seu primeiro CD de músicas infantis, Pé de Maravilha. Agitadora cultural no QUINTAL, espaço de cultura em Boiçucanga, São Sebastião, SP e arte-educadora da Fundação Cultural Deodato de Santana também em São Sebastião.